As poesias tristes que escrevo
não passam de desabafos
em preto e branco.
De alguém que não quer falar.
Feito o vagabundo do cinema mudo que,
sem palavras se expõe e se mostra
à todos.
Tímido e irreverente ele fala em silêncio
sobre as dores que assombram suas
intermináveis noites!
Somos um produto ainda em fase de construção, fruto das amizades que temos, do universo que nos rodeia, das lembranças, vivências e sobrevivências.
domingo, 7 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
BILHETE - MQ
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Amada
Não sei se me lês,
nem sei se me crês;
Sei o que sinto e,
feito efeito de absinto,
mal feito ou desfeito,
(tanto faz)
martela meu peito e,
crio fantasias onde
deveria haver tristezas.
(ou aqui jaz)
Onde nada cresce
imagino belezas.
Onde nem futuro há
desenho saudades
do amor sem represas!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Feliz Aniversário
Indiferente, um calendário
me avisa em silêncio
sobre o teu aniversário.
E eu lembro com saudade
aquele diário de bordo;
E toda tua bondade.
O meu amor mais ousado,
a tua pele macia,...
Pena que tenha acabado!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Calmaria
Nem sempre os ventos nos levam à praias calmas. É preciso navegar entre tormentas (e sobreviver) para depois saborear a calmaria.
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