Um poeta é tantas coisas
e nenhuma das coisas o é.
Rabisca seus devaneios
e navega entre mil anseios.
Tem fé no amor que virá,
Na lua, na musa, na flor.
Fé que um semblante haverá
entre brasas; De um alvo furor.
Não chega a ser um errante,
se atém ao subjetivo.
Jamais entendeu de "concreto";
Do próprio peito é cativo!.
Um poeta é tantas coisas
que nem em sonho seria.
É o menino-jovem-crescido
cuja vida sorveria.
Feito um manjar escondido:
-- Em detalhes, se delicia.
Porém, não chores poeta
por desamores em lata.
Nem toda diva é real e
nem sempre, é a lua de prata!
Somos um produto ainda em fase de construção, fruto das amizades que temos, do universo que nos rodeia, das lembranças, vivências e sobrevivências.
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Minha Poesia
Minha poesia é uma doce encenação
que vaga por entre os sonhos,
os medos, os segredos e meandros;
Dos porões do coração.
Pinto momentos bisonhos.
Tímidos viram malandros.
Palavras dão vida à imaginação;
Duendes passeiam risonhos;
E permitido é viver.
Sofrer, chorar, sorrir, amar;
Sonhar, cantar e correr.
Se a vida, é um palco sagaz;
minha poesia é atroz?
minha poesia é voraz?
Quem sabe é apenas sentir?
Minha poesia sou eu!
Em cada verso a emergir.
que vaga por entre os sonhos,
os medos, os segredos e meandros;
Dos porões do coração.
Pinto momentos bisonhos.
Tímidos viram malandros.
Palavras dão vida à imaginação;
Duendes passeiam risonhos;
E permitido é viver.
Sofrer, chorar, sorrir, amar;
Sonhar, cantar e correr.
Se a vida, é um palco sagaz;
minha poesia é atroz?
minha poesia é voraz?
Quem sabe é apenas sentir?
Minha poesia sou eu!
Em cada verso a emergir.
segunda-feira, 8 de março de 2010
À Mulher (Homenagem)
Ah, mulher, mulher.
Tu fostes Eva, Dalila,
Helena, Maria, Joana;
Oprimida, sofrida.
Amada e amante.
Mãe, filha, maravilha,
vivida, atrevida,
ousada e abusada.
Fostes o pilar,
a base e o sonho.
O sorriso e a lágrima,
na mão que afaga.
Hoje, na plenitude;
na inquietude e nas virtudes;
És mulher!
E nós, pais, filhos, amigos,
amantes, presentes, distantes;
Te amamos e louvamos.
Todos os dias, todos os anos
(terna e eterna mulher)!
domingo, 7 de março de 2010
Cinema Mudo
As poesias tristes que escrevo
não passam de desabafos
em preto e branco.
De alguém que não quer falar.
Feito o vagabundo do cinema mudo que,
sem palavras se expõe e se mostra
à todos.
Tímido e irreverente ele fala em silêncio
sobre as dores que assombram suas
intermináveis noites!
não passam de desabafos
em preto e branco.
De alguém que não quer falar.
Feito o vagabundo do cinema mudo que,
sem palavras se expõe e se mostra
à todos.
Tímido e irreverente ele fala em silêncio
sobre as dores que assombram suas
intermináveis noites!
terça-feira, 2 de março de 2010
BILHETE - MQ
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
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