Somos um produto ainda em fase de construção, fruto das amizades que temos, do universo que nos rodeia, das lembranças, vivências e sobrevivências.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Cupidos Modernos
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Entre o Céu e a Terra
Não sou o bem.
Nem sou o mal.
Tampouco o fiel da balança.
Sou algo entre o céu e a terra.
(Não subiu e nem desceu)
Sou criatura a deriva,
feito nau na tempestade.
Sou vento que não passou,
Chuva que não molhou.
Sou tantas coisas sem nada ser.
Um poema que esqueceram de escrever,
a lágrima que não verteu,
um adeus que não bastou.
É, sou e não sou um universo à parte,
mas trocando em miúdos:
Eu sou o amor que não vingou.
Nem sou o mal.
Tampouco o fiel da balança.
Sou algo entre o céu e a terra.
(Não subiu e nem desceu)
Sou criatura a deriva,
feito nau na tempestade.
Sou vento que não passou,
Chuva que não molhou.
Sou tantas coisas sem nada ser.
Um poema que esqueceram de escrever,
a lágrima que não verteu,
um adeus que não bastou.
É, sou e não sou um universo à parte,
mas trocando em miúdos:
Eu sou o amor que não vingou.
domingo, 29 de agosto de 2010
É Imperativo
"O amor é a cachaça da vida". É imperativo estarmos completamente embriagados sempre, ou morremos (lenta e pateticamente) por dentro, por pura abstinência.
A Arte de Ser Mulher
Um brilho no olhar,
de menina mulher;
cadência no andar
bem ou mal, mas me quer;
um suspiro a rodar,
a espera do que vier,...
Assim tu és,
tentação em forma angelical.
Que cativa,
que chora,
que sofre,
que adora e
que ama.
E numa fração de segundo
se refaz;
e orgulha-se de ser mulher!
de menina mulher;
cadência no andar
bem ou mal, mas me quer;
um suspiro a rodar,
a espera do que vier,...
Assim tu és,
tentação em forma angelical.
Que cativa,
que chora,
que sofre,
que adora e
que ama.
E numa fração de segundo
se refaz;
e orgulha-se de ser mulher!
sábado, 28 de agosto de 2010
Resquícios
Sobre os terrores lá fora,
e os pesadelos de agora;
Sobre esta vivência bandida,
e tanta ausência consentida;
Sobre desejos frustrados,
e os romances findados;
Entre esta dor insistente,
e este amor penitente,...
(Sobre tantas coisas falo,
e impotente me calo)!
Pois que, sem tua cumplicidade
sou um estrangeiro da realidade.
Sou foragido no mundo e,
feito inconstante vagabundo.
Sigo (num mar de concreto), á deriva.
Rebuscando em cada cais,
um resquício; Um motivo assaz,
de onde te perdi, minha diva.
e os pesadelos de agora;
Sobre esta vivência bandida,
e tanta ausência consentida;
Sobre desejos frustrados,
e os romances findados;
Entre esta dor insistente,
e este amor penitente,...
(Sobre tantas coisas falo,
e impotente me calo)!
Pois que, sem tua cumplicidade
sou um estrangeiro da realidade.
Sou foragido no mundo e,
feito inconstante vagabundo.
Sigo (num mar de concreto), á deriva.
Rebuscando em cada cais,
um resquício; Um motivo assaz,
de onde te perdi, minha diva.
Assinar:
Postagens (Atom)




