Ainda há pessoas que sofrem por amor,
que choram por paixão,
que se inquietam e põe-se a parir
lágrimas de sofrimento.
E é triste e belo este sentimento.
Triste pois, que ninguém deveria
sofrer por outrem;
Belo, por que descobri que as
pessoas ainda dão-se o direito de
amar.
Hoje eu vi alguém chorar por um amor
duvidoso e incerto,
daqueles que talvez sequer germinem.
Mas o mais importante de tudo isso
é que eu descobri que a humanidade
tem cura sim!
Somos um produto ainda em fase de construção, fruto das amizades que temos, do universo que nos rodeia, das lembranças, vivências e sobrevivências.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Aconteceu Comigo,...
Uma vez alguém tocou meu coração com tanta intensidade que eu sequer tive tempo de perceber que estava sendo protagonista do verdadeiro milagre do amor.
E como rélis ser humano que sou, só me dei por conta quando nada mais poderia ser feito para manter vivo este sentimento.
Quero-quero
Quando me falta o chão.
(desespero);
Se me some a inspiração,...
(eu espero);
Descompassa o coração,
(e sincero):
Verte seca,
uma lágrima solitária
mescla de saudade e paixão.
(te venero)!
Borbulham cenas de tesão,
e sucumbo no tanto que ainda,...
(te quero).
E se noutros braços passeias
buscando uma nova emoção,
(despedaçado eu tolero);
E hoje:
Vôo sem pouso certo. Sem razão,
feito um perdido quero-quero!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Tu Não Sabes
Tu não sabes a falta que me fazes
nem o vazio que deixastes.
Talvez sequer me leias,
mas meus escritos sobreviverão a mim e,
em cada linha,
cada frase,
cada palavra enfim,
vai um cadinho de perfume.
O mesmo perfume teu,
que impregnastes
em minh'alma!
nem o vazio que deixastes.
Talvez sequer me leias,
mas meus escritos sobreviverão a mim e,
em cada linha,
cada frase,
cada palavra enfim,
vai um cadinho de perfume.
O mesmo perfume teu,
que impregnastes
em minh'alma!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Fadas
Se era domingo ou chovia lá fora
eu não haveria de lembrar.
Sei que foi de supetão,
como o estrondo de um trovão.
A realidade malvada, desta vida
desgarrada,
batera-me forte no rosto.
Deixara-me tonto de uma tristeza
cujas lágrimas sequer brotaram.
Num segundo apenas, de crueldade secular
morreram todas fadas,
foi-se o coelhinho e,
acabou-se o bom velhinho.
Tanta fantasia e tantos motivos
por lutar ruiram então;
Secretamente eu sabia,
que a vida jamais seria a mesma
Os sonhos viraram fardos
E os pesadelos mais sôfregos
agoram pareciam canções de ninar!
eu não haveria de lembrar.
Sei que foi de supetão,
como o estrondo de um trovão.
A realidade malvada, desta vida
desgarrada,
batera-me forte no rosto.
Deixara-me tonto de uma tristeza
cujas lágrimas sequer brotaram.
Num segundo apenas, de crueldade secular
morreram todas fadas,
foi-se o coelhinho e,
acabou-se o bom velhinho.
Tanta fantasia e tantos motivos
por lutar ruiram então;
Secretamente eu sabia,
que a vida jamais seria a mesma
Os sonhos viraram fardos
E os pesadelos mais sôfregos
agoram pareciam canções de ninar!
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