Não dê comida aos poetas.
Somos um produto ainda em fase de construção, fruto das amizades que temos, do universo que nos rodeia, das lembranças, vivências e sobrevivências.
sábado, 27 de outubro de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Casinha Branca
Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo em minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tantos sonhos perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal, uma janela
Para ver o sol nascer
Ás vezes saio a caminhar pela cidade
Á procura de amizade
Vou seguindo a multidão
Mas me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seus mistérios
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queira ter na vida ...
http://www.vagalume.com.br/maria-bethania/casinha-branca.html#ixzz22WWdybMm
Que nem vejo em minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tantos sonhos perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal, uma janela
Para ver o sol nascer
Ás vezes saio a caminhar pela cidade
Á procura de amizade
Vou seguindo a multidão
Mas me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seus mistérios
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queira ter na vida ...
http://www.vagalume.com.br/maria-bethania/casinha-branca.html#ixzz22WWdybMm
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Poema é Pão
As folhas do branco papel
amarelam com o tempo.
O poema não!
O amor que outrora havia
não sobreviveu ao outono.
O poema sim!
Os sonhos que nos eriçavam,
velejam agora, á deriva.
Os poemas não!
Os planos, desejos e anseios
não encontraram guarida.
Os poemas sim!
E se sobreviver é inspiração,
se acordar-se é fome de vida:
Poema é pão!
amarelam com o tempo.
O poema não!
O amor que outrora havia
não sobreviveu ao outono.
O poema sim!
Os sonhos que nos eriçavam,
velejam agora, á deriva.
Os poemas não!
Os planos, desejos e anseios
não encontraram guarida.
Os poemas sim!
E se sobreviver é inspiração,
se acordar-se é fome de vida:
Poema é pão!
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